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Investimento do ‘private banking’ em fundos exclusivos aumenta 7,23%


São Paulo é a região mais representativa do segmento (57,1%) contribuindo com 305,9 mil milhões de reais. Destes, 264,6 mil milhões de reais dizem respeito à Grande São Paulo. Segue o Rio de Janeiro (16,8%) com 90 mil milhões de reais alocados aos clientes da banca privada. Contudo, nesta região houve um decréscimo de activos sob gestão no período em análise (-3,92%). Em contrapartida, a região de Minas Gerais/Espírito Santo foi a que mais cresceu (7,19%) entre Dezembro do ano passado e Março deste ano.

O ‘private banking’ procura a diversificação dos seus investimento e, nesse sentido, as entidades desenvolvem estratégias específicas para este segmento – fundos exclusivos. Estes são produtos que possuem praticamente as mesmas características de um fundo do investimento tradicional, com a diferença de que todas as unidades de participação pertencem a uma única pessoa, que recebe tratamento personalizado. Os fundos exclusivos são, ainda, indicados para clientes que têm património acima de cinco mil milhões de reais e procuram construir seu próprio portefólio de investimento sem ter de conhecer detalhes de cada aplicação. Ao aplicar no fundo exclusivo, o investidor entrega a um gestor profissional a tarefa de diversificar suas aplicações.

Segundo mostra o relatório da ANBIMA, a posição do ‘private banking’ em fundos exclusivos em Março ascendia a 117,6 mil milhões de reais, o que corresponde a um crescimento de 7,23% desde Dezembro de 2012. Subdividindo a categoria, os fundos multimercados são líderes com 18,6% dos activos totais sob gestão em fundos exclusivos. Outra categoria de fundos que apresentou uma evolução bastante positiva foram os fundos de terceiros, com um crescimento dos activos sob gestão de 5,86%. Dentro destes, destacam-se novamente os fundos multimercados com 11,8 mil milhões de reais investidos.

Excluindo o investimento directo em valores mobiliários que perdeu 1,69% dos activos sob gestão, principalmente nos activos do mercado de obrigações, nos fundos, os únicos que apresentam uma evolução menos positiva no período foram os fundos estruturados, que perderam 0,22% do seu património investido.

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