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Indústria de fundos regista captação líquida recorde em Janeiro


No mês de Janeiro, a indústria foi impulsionada pelo ingresso líquido expressivo de recursos em fundos do Poder Público, principalmente nas categorias de obrigações e mercado monetário – fundos de curto prazo, na designação da categoria pela ANBIMA. É referido no boletim desta associação que este movimento é característico do início do ano.

A captação líquida da indústria de fundos alcançou, assim, um total de 21,6 mil milhões de reais no mês - 281,9 mil milhões de reais em subscrições face a 260,4 mil milhões de reais de resgates – constituindo a maior captação para os meses de Janeiro desde o início da série, em 2002, de acordo com o publicado no Boletim ANBIMA de Fevereiro. Este valor poderia ter sido superior se não fosse o resgate verificado na categoria multimercados, concentrada em poucos fundos do segmento 'corporate'.

A categoria de obrigações tem um património líquido, em Janeiro, de 721,2 mil milhões de reais conseguindo uma captação líquida de 11,9 mil milhões de reais. A outra categoria líder em entradas líquidas, no mês passado, é os fundos de curto prazo (mercado monetário) que têm sob gestão 103,1 mil milhões de reais e receberam 11,3 mil milhões de reais, em Janeiro. As categorias mais penalizadas foram a multimercados com um resultado negativo entre subscrições e resgates de 6,6 mil milhões de reais e os fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC) com menos 799 milhões de reais. Numa análise a doze meses, a captação líquida geral é de 101,9 mil milhões de reais, de acordo com o Boletim de Fevereiro da ANBIMA.

* FIDC e FIP. ** Cambial, Dívida Externa e Exclusivos Fechados.

* FIDC e FIP. ** Cambial, Dívida Externa e Exclusivos Fechados.

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