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Indústria apresenta distribuição mais homogénea entre investidores


A ANBIMA incluiu, no âmbito do balanço de 2012 sobre a indústria de fundos no Brasil, uma evolução da participação dos diferentes segmentos nesta indústria.

O segmento EAPC apresentou um crescimento da sua participação relativa em 4,7 pontos percentuais (p.p.) de Dezembro de 2006 (10,1%) até Novembro de 2012 (14,8%), sendo que parte desses recursos foram provenientes do retalho, o que pode explicar a redução da participação deste em 13,5 p.p. em igual período. O segmento da banca privada também apresentou um aumento da sua participação relativa em 4,3 p.p., influenciado pelos volumes de fusões e aquisições ocorridos no período.

A partir de 2008, verificou-se a presença do segmento do poder público na distribuição entre investidores, registando uma quota de mercado de 6,5% à data, mas tendo fechado 2012 com um quota de 9,3%. Antes desta data, os activos distribuídos, neste segmento, estavam repartidos entre o 'corportate', retalho, fundos de pensão e outros.

Em Novembro de 2012, a distribuição era mais homogénea, sendo que 17,5% eram relativos a fundos de pensões, 16,2% ao 'corporate', 14,8% a EAPC, 14,6% estavam alocados no retalho e no 'private', 9,3% ao poder público, 7% a outros investidores e 8% a outros institucionais. No balanço ANBIMA, verifica-se que em Dezembro de 2006 esta distribuição era mais concentrada no retalho (28,1%) e nos fundos de pensões (23,4%).

Dos segmentos apresentados, 'private' foi o que mais se destacou em 2012 no que refere à captação (30 mil milhões de reais), concentrado os novos activos na categoria multimercados. O 'corporate' apresentou uma captação de 28,6 mil milhões, alocando na categoria dos fundos referenciado DI, que captou 23,8 mil milhões de reais.

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