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Fundos brasileiros têm uma captação líquida de 8,3 mil milhões de reais em Outubro


Os fundos multimercado estão, assim, a recuperar muito bem de um 2011 onde foram a categoria mais penalizada. Já 2012 apresenta, globalmente, subscrição líquidas positivas para quase todos as categorias de fundos, pese embora a categoria líder em 2011 – fundos de obrigações – tenha sido ultrapassada precisamente pelos fundos multimercado e os de previdência. Os fundos com mais resgates que subscrições, em 2012, são os fundos de investimento em direitos creditícios (FIDC) (-3,9 mil milhões de reais), a categoria cambial (-257 milhões de reais) e os exclusivo fechados (-78,5 milhões de reais).

Nas restantes categorias há mais subscrições que resgates, sendo os primeiros, como referido anteriormente, os fundos de previdência, depois os multimercado, seguidos dos de obrigações (18,1 mil milhões de reais) e referenciado DI (13,7 mil milhões de reais). Esta última categoria foi penalizada em Outubro com um saldo negativo de 2,6 mil milhões entre subscrições e resgates. Também com um resultado negativo estiveram os fundos das categorias cambial (-60,1 milhões de reais) e os FIDC (-240 milhões de reais).

No décimo mês do ano, o total geral apresenta um valor de subscrições de 245,2 mil milhões de reais face a 236,9 mil milhões de resgates, originando a captação líquida positiva dos 8,3 milhões de reais que correspondem a 0,4% da percentagem do património líquidos dos fundos, no mês de Outubro. O património líquido total no mercado doméstico, em Outubro, foi de 2.154 mil milhões de reais com 12.378 fundos disponibilizados, dos quais 100 iniciaram actividade do mês contra 84 que encerraram.

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