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Bancas privadas optimistas com o crescimento do sector apesar da ameaça macro


O Itaú Unibanco é a entidade com maior volume sob gestão na área de banca privada, administrando cerca de um terço dos recursos totais (527,3 mil milhões de reais) deste segmento no Brasil.

No presente e dado esse decréscimo, as gestoras de patrimónios alteram a sua oferta para cativar mais clientes, começando, de alguma forma, “a briga pelos mesmos clientes”, acrescentou Flávio Souza. Verifica-se, então, que a oferta de produtos das bancas privadas no Brasil passou a incluir um maior leque de opções de investimento e financiamento, especialmente, na aquisição de bens de luxos, informou Funds People Portugal.

Apesar deste enquadramento, no global, as entidades continuam optimistas para este segmento. O Bradesco ampliou os seus negócios em 27% no ano passado ganhando quota de mercado. O HSBC afirmou que prevê crescimento de 10% este ano na banca de retalho e gestão de riquezas, depois de terem registado um aumento do volume sob gestão em 11% no ano passado. O BTG Pactual considera as regiões do Nordeste e Centro-Oeste como potenciadoras deste segmento de clientes, muito pelo crescimento e enriquecimento da classe média brasileira.

Além destes e, segundo comentou Flávio Souza do Itaú, “ainda veremos uma forte expansão das fortunas no Brasil por causa da subida nos preços dos imóveis no Rio de Janeiro e São Paulo e dos fundos de ‘private equity’ que trazem novos recursos para os donos das empresas”.

Por último, a Goldman Sachs e, de acordo com informação da Bloomberg, o presidente Gary Cohn pretende contratar mais colaboradores para a área de gestão de património o que pressupõe um optimismo relativamente ao crescimento do segmento.

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